Meta de inflação: CMN mantém 3% para 2026 e prolonga período de observação sbtnews
Inflação no longo prazo permite considerar a trajetória dos preços, e não "o momento" para decidir os jurosA meta de inflação para 2026, em discussão nesta 5ª na reunião do Conselho Monetário Nacional , foi mantida em 3%, com banda de tolerância de 1,5 ponto percentual. O anúncio foi feito em entrevista coletiva do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Mas, ao mesmo tempo, atende aos pedidos de Haddad e Tebet - pra não esquecer do próprio presidente Lula - por embutir maiores condições para observar a inflação no prazo-longo, leia-se, para levar em conta a trajetória da inflação, o que permitiria a tomada de decisões sobre a Selic sem um condicionamento de curto prazo, como analistas consideram que acontece hoje.
"No final das contas, a alteração do regime não mexe na condução da política monetária, e a confirmação do alvo e bandas deverá gerar alívio nas expectativas longas. Estimamos que o Focus apontará para um recuo do IPCA longo de 3,7% para 3,5%", analisa o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez.
"Considerar 24 meses seria para considerar comportamentos estruturais", completa ele, contrapondo a avaliação"de circunstância" que é o parâmetro atual. Para a equipe de análise macro da corretora BGC Liquidez"é mais uma vitória do pragmatismo de Haddad; o"momentum Haddad" se mostrou o principal fator de valorização dos ativos nesse segundo trimestre e deixa o momentum positivo para o início do próximo trimestre/semestre", define o time.
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