Analistas dizem que é difícil de prever quem vai ganhar o segundo turno da eleição argentina.
Sergio Massa, ministro e porta-voz do peronismo, foi o candidato presidencial mais votado no domingo contra todas as previsões, com cerca de 36,7% dos votos segundo resultados oficiais, com quase todas as urnas contabilizadas.
“Farei de tudo nos próximos 30 dias para ganhar a sua confiança”, disse Massa, prometendo convocar “um governo de unidade nacional”. Mesmo na hipótese de que estas diferenças sejam resolvidas e Bullrich ou Macri apoiem Milei, restaria ver quantos de seus seguidores obedeceriam ao chamado, e quantos optariam por Massa.
“O peronismo está vivo”, ressalta. “Ele recuperou o poder de seu aparato partidário, o que foi especialmente perceptível no interior da Argentina.”Milei alcançou a sua vertiginosa ascensão eleitoral em apenas dois anos com uma mensagem agressiva contra o que chama de “casta política parasitária” do país, atraindo eleitores irritados com a classe dominante.
“Se nas primárias a raiva contra a classe dominante foi canalizada para o voto a favor dele, nesta eleição apareceu o medo de como poderia ficar o país se governado por alguém como Milei. E entre a raiva e o medo, o medo prevaleceu”, diz D’Adamo.
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