Projeção para o IPCA do ano que vem subiu para 3,91%; consenso para IPCA de 2023 segue em 4,63%
A projeção para a inflação oficial em 2023 seguiu em 4,63% Última atualização em 6 de novembro de 2023 às, 09h45.divulgado nesta segunda-feira, 6. A projeção para a inflação oficial em 2023 seguiu em 4,63%. Um mês antes, a mediana era de 4,86%. Para 2024, foco da política monetária, a projeção piorou de 3,90% para 3,91%. Há um mês, era de 3,88%.
Para o IPCA de novembro, a estimativa seguiu em 0,30%, de 0,32% um mês antes. Já para dezembro, a previsão para o indicador seguiu em 0,50%, ante 0,52% de quatro semanas atrás.Os economistas do mercado financeiro revisaram no Boletim Focus desta semana a expectativa para a inflação suavizada para os próximos 12 meses que passou de 3,92% para 3,94%, de 4,00% há um mês.
Na avaliação do diretor de Política Econômica do BC, Diogo Guillen, uma maior autonomia requer maior prestação de contas, mas que a autoridade monetária não antecipa nenhuma mudança na política monetária em função da introdução da meta contínua.O resultado das transações correntes ficou negativo em setembro deste ano, em US$ 1,375 bilhão, informou nesta segunda-feira, 6, o Banco Central.
A estimativa atual do BC é de déficit na conta corrente de US$ 36 bilhões em 2023, conforme o Relatório Trimestral de Inflação de setembro.O cenário esperado para o câmbio brasileiro neste e no próximo ano não sofreu alteração no Relatório de Mercado Focus desta semana. A estimativa para o câmbio no fim de 2023 seguiu em R$ 5 00, ante os mesmos R$ 5,00 de um mês antes.
No Boletim Focus, a projeção para a Selic no fim de 2025 também seguiu em 8,75%. Um mês antes, era de 8,50%. Para 2026, a projeção continuou em 8,50%, mesma mediana de quatro semanas atrás.O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 6, pelo Banco Central manteve a projeção para o Produto Interno Bruto deste ano. A mediana para a alta da atividade em 2023 seguiu em 2,89%, contra 2,92% há um mês.
Para o déficit primário em relação ao PIB este ano, a mediana continuou em 1,10%, contra 1,10% um mês antes. O Ministério da Fazenda buscava entregar um resultado deficitário de 1,0% do PIB em 2023, mas o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, admitiu na semana passada que o resultado deve ser um pouco pior.
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